Eu
sentava e me perguntava quantas primaveras eu passaria ao seu lado. O que seria
da primavera sem um sorriso ingênuo, um abraço singelo ou flores, rosas
vermelhas para surpreender o coração de uma doce criança. O que seria de mim
sem todo aquele carinho sincero que fazia curar a dor aos poucos, que fazia
calar uma ferida que rasgava a alma e inundava o corpo de um mar de lágrimas
teimosas. Os meus dias agora tinham motivos para prosseguir em paz.

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